Autor

Jorge Faustino

Data: 07/02/2021

Choque, contato, acusações e ética. Ponto.

Por norma este espaço já é curto para abordar apenas um assunto com a profundidade que eu gostaria. Esta semana, sendo vários, serei telegráfico.

Nem Nanu nem Kritciuk foi vítima de “atropelo” de forma inesperada e sem ação própria. Ambos saltaram para um sítio, onde a bola ia cair, e não conseguiram evitar choque fortuito de cabeças e corpo. Ponto.

André André colocou as mãos nas costas de Pizzi. Concordo com a leitura de que houve contato sem empurrão/carga ilegal. Mas, por ser um lance de análise de intensidade, facilmente percebo opiniões contrárias. Mas há um facto incontornável: as imagens mostram que as mãos nas costas de Pizzi aconteceram fora da área. Não ficou penálti por sancionar. Ponto.

“Hoje fomos enganados, hoje fomos roubados aqui”, “…espoliado, roubado e maltratado”, “…é claro e inequívoco que ele (árbitro) esteve cá com o objetivo claro de prejudicar…”. Suspeições e acusações como estas são muito graves e não podem ter lugar no futebol. Têm de ser exemplarmente castigadas. Ponto.

Lazzarazi (Lázio) caiu na área e, antes que o árbitro tomasse qualquer decisão, quando todos pediam penálti, apressou-se a esclarecer que não tinha sido tocado. Já Belotti (Torino) “convenceu” o árbitro a anular uma falta e o amarelo ao adversário que estava próximo quando este caiu sem infração. Atitudes que nos fazem ter esperança num futebol mais ético. Ponto.

Fonte: Record