A Lei diz que, para análise do fora de jogo, nomeadamente pelo videoárbitro, deverá ser considerado o primeiro ponto de contacto com a bola. No frame anterior ao que foi usado, o pé de Otamendi ainda não estava a tocar na bola. Não poderia ter sido esse o frame a usar para a colocação das linhas virtuais. Portanto, foi usado o seguinte. E bem!
Pela imagem apresentada, tudo leva a crer que os pontos foram corretamente marcados nos corpos dos jogadores e que todo o sistema estaria sincronizado e calibrado. Não nos podemos esquecer que a tecnologia continua a ser usada por humanos e um pequeno erro em qualquer uma das situações anteriores poderá sempre desvirtuar o resultado final da colocação das linhas, mas isso pode acontecer em qualquer jogo da Bwin. No entanto, queira o leitor saber que, quando a equipa de VAR aplica linhas virtuais e estas alteram a decisão de campo por poucos centímetros, todo o processo é revisto e repetido ainda mais ao detalhe no sentido de garantir que a decisão do campo está errada, nem que seja por 2cm, visto ter isso essa a razão da implementação desta tecnologia virtual.
Assim, o golo de Darwin não terá sido anulado porque as linhas foram postas uma vez e mostraram adiantamento de 2cm. Terá sido anulado porque as linhas foram postas várias vezes, confirmando sempre adiantamento.