Começou a Liga Bwin. E começou em grande. Para o bem e para o mal.
No jogo mais mediático da 1ª jornada, Braga – Sporting, pudemos assistir a uma excelente partida de futebol, com emoção, incerteza no resultado, muitos golos, bom comportamento dos intervenientes e, como sempre se deseja, com uma arbitragem competente e sem influência no resultado.
Também nos jogos de Porto e Benfica tivemos bom futebol, muitos golos e arbitragens que que não comprometeram (mesmo aceitando que houve alguns lances mais discutíveis). Mas alguém que “aterrasse” após o término dos jogos, sem saber os resultados e visse todo o circo montado à volta das respetivas arbitragens, iria seguramente pensar que era a última jornada da Liga e que o campeão tinha sido decidido com influência grave de decisões de arbitragem nessas partidas. Há uma expressão cuja definição que me parece encaixar perfeitamente no ruído que já se faz sentir: “Uma guerra preventiva é uma guerra iniciada com a crença de que um conflito futuro é inevitável, embora não iminente. A guerra preventiva visa evitar uma mudança no equilíbrio de poder entre dois adversários, atacando estrategicamente antes que o outro tenha a chance de dominar.”